terça-feira, 29 de agosto de 2017

ENTÃO A ESCOLA É INCLUSIVA...



PORQUE OS ALUNOS APRENDEM INGLES OU ESPANHOL, MAS NÃO APREDEM A LINGUA DOS COLEGAS SURDOS, MUDOS E AUTISTAS??

Por (Carina Sieben, RU 1379257   /   Brunna Pcheco, RU 954974
Polo ( Santa Cruz do Sul)
Data (ex. 28/082017)

 
Fonte: Revista Tempo Moderno

Durante séculos, o mundo tratou as crianças com deficiência como doentes que precisavam de atendimento médico, não de Educação. Essa perspectiva começou a mudar na década de 1950 Mas foi só nos anos 1990 que as velhas ideias assistenciais foram suplantadas pela tese da inclusão. Procurava-se garantir o acesso de todos à Educação. Documentos como a Declaração Mundial de Educação para Todos, de 1990, e a Declaração de Salamanca, de 1994, são marcos desse movimento.
A  inclusão só acontece quando a família  mapeia detalhadamente todos esses sintomas e informa a instituição de ensino a respeito deles. Esta, por sua vez, deve contar com as metodologias adequadas para ajudar a criança a suprir suas deficiências. Entretanto, o desafio não está somente nas características do autista ou no diálogo entre família e educador. A viabilização financeira dos métodos especializados de ensino também é um problema. “Por meio deles, é possível reduzir a incidência de comportamentos inadequados e ajudar o autista na organização do seu dia a dia, bem como na tarefa de se comunicar com os outros e de ingressar em qualquer espaço. No entanto, são metodologias caras  e  de serem implantadas. Além de serem necessários profissionais qualificados, o que ainda é um pequeno número nos pais”. Em dezembro de 2012, foi sancionada a lei que classifica o autista como deficiente.

Ela não apenas garante proteção ao direito dos portadores, como também torna sujeito à punição gestores escolares que se recusarem a matricular indivíduos com suspeita ou diagnóstico de autismo. Para o pedagogo, isso representa mais do que um conjunto de benefícios legais: “Daqui alguns anos,  o Brasil saberá muito mais sobre o assunto. Será algo normatizado e bastante conhecido. Todas as escolas já terão as metodologias, o número de profissionais especializados crescerá e o portador será incluso, deixando de ser um mero ouvinte para tornar-se participante.”
O autismo começou a ser muito discutido há pouco tempo, antigamente as crianças autistas não recebiam um tratamento diferente em sala de aula e, muitas vezes, os professores nem sabiam identificar uma criança com esse problema. Felizmente as notícias são melhores e essas crianças e adolescentes estão sofrendo menos, mesmo assim ainda existe uma dúvida muito grande em relação ao cuidado com jovens com esse diagnóstico.

Assim tecnologia assistida e toda e qualquer ferramenta, recurso ou estratégia e  processo desenvolvido e utilizado com finalidade de proporcionar maior independência e autonomia pessoa com autismo. São considerados como tecnologia assistiva, desde artefatos simples, como uma colher adaptada ou um lápis com uma impugnadora mais grossa para facilitar a preensão, ate sofisticados programas especiais de computadores que visam a acessibilidade.  Atraves dessas tecnologias assistivas as pessoas participarão de atividades envolvendo trabalho estudo e lazer, com isso dar condições, desenvolvendo novas técnicas, é uma maneira de amenizar os problemas causados pela deficiência e colocar o individuo em contato com o mundo. Assim a escola oferencendo uma sala de recursos multifuncionais ou centro educacionais especializados em horário oposto  ao que o aluno especial estuda. Essas salas de recursos  multifuncionais deve ter mobiliário, material pedagógico e recursos que atenda as necessidades de cada estudante.

Referências:

CARVALHO,Rocha Edier. Educação inclusiva, 6 edição. Rio de Janeiro:wak,2015

CUNHA,Eugenio, Autismo na escola um jeito diferente de aprender, um jeito diferente de ensinar, 3º edição, Rio de Janeiro:wak,2015.




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