PORQUE OS ALUNOS
APRENDEM INGLES OU ESPANHOL, MAS NÃO APREDEM A LINGUA DOS COLEGAS SURDOS, MUDOS
E AUTISTAS??
Por (Carina
Sieben, RU 1379257 / Brunna Pcheco, RU 954974
Polo ( Santa
Cruz do Sul)
Data (ex.
28/082017)
Fonte: Revista Tempo Moderno
Durante séculos, o mundo tratou as crianças com deficiência como doentes
que precisavam de atendimento médico, não de Educação. Essa perspectiva começou
a mudar na década de 1950 Mas foi só nos anos 1990 que as velhas ideias
assistenciais foram suplantadas pela tese da inclusão. Procurava-se garantir o
acesso de todos à Educação. Documentos como a Declaração Mundial de Educação
para Todos, de 1990, e a Declaração de Salamanca, de 1994, são marcos desse
movimento.
A inclusão só acontece quando a família mapeia
detalhadamente todos esses sintomas e informa a instituição de ensino a
respeito deles. Esta, por sua vez, deve contar com as metodologias adequadas para
ajudar a criança a suprir suas deficiências. Entretanto, o desafio não
está somente nas características do autista ou no diálogo entre família e
educador. A viabilização financeira dos métodos especializados de ensino também
é um problema. “Por meio deles, é possível reduzir a
incidência de comportamentos inadequados e ajudar o autista na organização do
seu dia a dia, bem como na tarefa de se comunicar com os outros e de ingressar
em qualquer espaço. No entanto, são metodologias caras e de serem
implantadas. Além de serem necessários profissionais qualificados, o que ainda
é um pequeno número nos pais”. Em dezembro de 2012, foi sancionada a lei
que classifica o autista como deficiente.
Ela não apenas garante proteção
ao direito dos portadores, como também torna sujeito à punição gestores
escolares que se recusarem a matricular indivíduos com suspeita ou diagnóstico
de autismo. Para o pedagogo, isso representa mais do que um conjunto de
benefícios legais: “Daqui alguns anos, o Brasil saberá muito mais sobre o assunto.
Será algo normatizado e bastante conhecido. Todas as escolas já terão as
metodologias, o número de profissionais especializados crescerá e o portador
será incluso, deixando de ser um mero ouvinte para tornar-se participante.”
O autismo começou a ser muito discutido há pouco
tempo, antigamente as crianças autistas não
recebiam um tratamento diferente em sala de aula e, muitas vezes, os professores nem sabiam identificar uma criança com
esse problema. Felizmente as notícias são melhores e essas crianças e
adolescentes estão sofrendo menos, mesmo assim ainda existe uma dúvida muito
grande em relação ao cuidado com jovens com esse diagnóstico.
Assim
tecnologia assistida e toda e qualquer ferramenta, recurso ou estratégia e processo desenvolvido e utilizado com
finalidade de proporcionar maior independência e autonomia pessoa com autismo.
São considerados como tecnologia assistiva, desde artefatos simples, como uma
colher adaptada ou um lápis com uma impugnadora mais grossa para facilitar a preensão,
ate sofisticados programas especiais de computadores que visam a acessibilidade. Atraves dessas tecnologias assistivas as
pessoas participarão de atividades envolvendo trabalho estudo e lazer, com isso
dar condições, desenvolvendo novas técnicas, é uma maneira de amenizar os
problemas causados pela deficiência e colocar o individuo em contato com o
mundo. Assim a escola oferencendo uma sala de recursos multifuncionais ou
centro educacionais especializados em horário oposto ao que o aluno especial estuda. Essas salas
de recursos multifuncionais deve ter
mobiliário, material pedagógico e recursos que atenda as necessidades de cada
estudante.
Referências:
CARVALHO,Rocha
Edier. Educação inclusiva, 6 edição. Rio de Janeiro:wak,2015
CUNHA,Eugenio,
Autismo na escola um jeito diferente de aprender, um jeito diferente de
ensinar, 3º edição, Rio de Janeiro:wak,2015.
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